Perguntas frequentes
Cuidados com os Joelhos
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A subcondroplastia é considerada um procedimento minimamente invasivo, não uma cirurgia tradicional. Utilizada para tratar artrose inicial, consiste na injeção de um composto que fortalece o osso subcondral, aliviando a dor. Geralmente, é realizada em ambiente hospitalar, mas com menos riscos e tempo de recuperação em comparação a cirurgias convencionais.
Não existe uma idade mínima fixa para realizar a artroplastia (implante de prótese), mas o procedimento é geralmente indicado para pacientes com artrose avançada ou danos severos nas articulações, independentemente da idade. Normalmente, é mais comum em adultos mais velhos, mas jovens também podem se submeter à artroplastia quando outros tratamentos não são eficazes.
Sim, a prótese pode ser personalizada para atender às necessidades individuais do paciente. O tipo, material e tamanho da prótese são escolhidos com base em fatores como idade, nível de atividade e condição física. Essa personalização garante melhor adaptação ao corpo, otimiza a mobilidade e prolonga a durabilidade da prótese, resultando em um pós-operatório mais eficiente e confortável.
O retorno aos exercícios físicos após o implante de prótese geralmente ocorre entre 3 a 6 meses, dependendo da recuperação e do tipo de atividade. Caminhadas leves e exercícios de baixo impacto podem ser introduzidos mais cedo, enquanto atividades mais intensas, como corrida ou levantamento de peso, devem ser retomadas gradualmente sob orientação médica para evitar complicações.
Sim, a fisioterapia é essencial após o procedimento cirúrgico de implante de prótese. Ela acelera a recuperação, fortalece os músculos ao redor da articulação, melhora a mobilidade e ajuda a restaurar a função normal do quadril ou joelho. O acompanhamento fisioterapêutico é fundamental para garantir uma reabilitação eficaz e prevenir complicações pós-operatórias.
Após a artroplastia, o paciente geralmente começa a andar com auxílio no primeiro ou segundo dia pós-operatório. A recuperação completa da marcha sem ajuda pode levar de 4 a 6 semanas, dependendo do progresso individual e da fisioterapia. A evolução varia conforme a idade, condição física e adesão ao plano de reabilitação, mas o retorno gradual à mobilidade é esperado.
A cirurgia de artroplastia, que é a substituição de uma articulação por uma prótese, geralmente dura entre 1 a 3 horas, dependendo do tipo de articulação envolvida, como joelho ou quadril, e da complexidade do caso. O tempo de duração pode variar com base na técnica cirúrgica.
Não é obrigatório tomar anestesia geral para realizar a artroplastia. Muitas vezes, utiliza-se anestesia regional, como a raquidiana ou peridural, que anestesia apenas a parte inferior do corpo. A escolha depende do tipo de artroplastia, da condição de saúde do paciente e da preferência do anestesiologista, visando maior segurança e conforto.
A cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) é considerada minimamente invasiva. O procedimento é feito por artroscopia, onde pequenas incisões permitem a inserção de uma câmera e instrumentos cirúrgicos. Apesar de ser menos invasiva que cirurgias abertas, ainda envolve reparo interno significativo e exige recuperação pós-operatória.
A cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) geralmente dura entre 1 a 2 horas. O tempo exato pode variar dependendo da técnica utilizada, da experiência do cirurgião e da complexidade do caso. A artroscopia é o método mais comum, permitindo uma abordagem menos invasiva e tempos de recuperação mais rápidos, mas ainda eficazes.
Sim, muitos pacientes retornam às mesmas atividades físicas após a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior, geralmente entre 6 a 12 meses, dependendo da recuperação e fisioterapia. O sucesso depende de seguir corretamente o programa de reabilitação, respeitar os tempos de cicatrização e fortalecer os músculos, garantindo estabilidade e função adequadas.
A condromalácia patelar nem sempre requer cirurgia. O tratamento inicial é conservador, incluindo fisioterapia, fortalecimento muscular, uso de anti-inflamatórios e mudanças nos exercícios. A cirurgia é considerada em casos graves ou quando o tratamento conservador falha em aliviar a dor e melhorar a função. A abordagem depende da gravidade e dos sintomas do paciente.
Fortalecer diretamente a cartilagem não é possível, pois ela não possui vasos sanguíneos para regeneração rápida. No entanto, você pode proteger e manter a saúde da cartilagem ao fortalecer os músculos ao redor das articulações, manter um peso saudável, adotar uma dieta rica em nutrientes e evitar atividades de alto impacto que causem desgaste excessivo.
Sim, exercícios físicos e academia ajudam a prevenir lesões ao fortalecer os músculos, melhorar a flexibilidade e promover o equilíbrio, proporcionando maior estabilidade articular. A prática regular de atividades físicas também reforça a resistência dos tendões e ligamentos, reduzindo o risco de lesões. É essencial realizar exercícios de forma correta e com orientação profissional.
O melhor tratamento para lesões no menisco depende da gravidade e localização da lesão. Opções incluem repouso, fisioterapia para fortalecimento muscular e redução da dor, uso de medicamentos anti-inflamatórios e, em casos graves, cirurgia artroscópica para reparo ou remoção da parte danificada. A escolha do tratamento deve ser personalizada e orientada por um especialista.
Confira as principais dúvidas e suas respostas
Sabemos que as dúvidas sobre lesões e desgastes que afetam a mobilidade podem surgir ao longo da jornada de saúde. No Instituto da Mobilidade do Hospital Moriah, reunimos respostas às perguntas mais comuns que nossos pacientes compartilham conosco. Explore este guia informativo para saber mais e iniciar em sua jornada com confiança.
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